Os frutos da ‘liberdade’ sexual

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Os frutos da ‘liberdade’ sexual

Mensagem  Admin em Qua Mar 27, 2013 12:45 pm

Não é sorte nossa vivermos numa era de liberdade sexual? Sorte por repudiarmos as crenças de nossos fundadores de que Deus tudo vê e que nos julga? Sorte porque a revolução sexual ensinou aos americanos a relaxar e ‘desencanar’ quanto às consequências de seus atos?

Não foi mesmo uma sorte a revolução sexual nos ter ensinado que o sexo era um apetite – igual ao que temos por comida? Sorte de podermos ‘transar’ em qualquer lugar e quando quisermos? Sorte de saber que sexo casual e sem compromissos acabou com a frustração e criou um paraíso erótico e a paz mundial?

Sorte de ficar sabendo que a inibição sexual puritana, vitoriana, causava a violência sexual?

Depois de cinquenta anos ridicularizando a inibição sexual, nós agora podemos olhar à nossa volta e ver exatamente quem se beneficiou de nossas liberdades sexuais.

Foram as crianças? As mulheres? Os adolescentes? A nação? O mundo?

Eu vejo os beneficiários da liberdade sexual como um poderoso e sempre crescente corpo de revolucionários: pedófilos e pederastas, exibicionistas e voyeurs, estupradores e sádicos bi/trans/homossexuais, adúlteros, cafetões, prostitutas, e uma variedade de homens e mulheres explorados e exploradores, pessoas comumente viciadas em drogas lícitas ou ilícitas, incluindo a pornografia de sua escolha, as ‘ertotoxinas’ que mascaram a dolorosa percepção de sua impotência, vacuidade e trauma.

Em 2006, citando números de casos de estupro oficialmente mais baixos, advogados homossexuais assumidos afirmaram que a maior liberdade sexual e o uso da pornografia haviam reduzido os números de estupros.

Mas é claro que liberar a luxúria significava que os crimes sexuais já atingiam níveis de pandemia. Eu descobri que a polícia estava “reduzindo o número de estupros com um apagador”. Além disso, assim que a revolução sexual foi detonada, os dados sobre estupros de crianças menores de doze anos foram excluídos dos registros do FBI.

Agora, o Human Rights Watch confirma o “Fenômeno do Apagador de Estupros”, ao relatar que “12.669 kits de coleta de provas de estupro” apodreciam nos depósitos do Condado de Los Angeles (assim como em outros estados e em campus universitários).

Em 2007, a cidade de Los Angeles registrou 1.474 estupros (uma média de quatro por dia). Míseros 25% dos estupros resultaram em prisões, e casos envolvendo crianças continuaram a ser ignorados no registro de dados.

Em 1948, aproximadamente a metade dos estados americanos, em nossa sociedade sexualmente inibida, aplicava as penas de prisão perpétua ou de morte pelo crime de estupro. O restante era um pouco mais leniente. Todavia, depois da revolução sexual kinseyana, até mesmo os testemunhos de crianças vítimas de estupro foram, em larga medida, ignorados pelos tribunais, e os predadores sexuais começaram a andar livremente. Pois os estupradores passaram a defender seus crimes como se estes fossem “atos consensuais”. E quando não era esse o caso, os juízes e júris recebiam a informação de que, afinal, o estupro era apenas “sexo demasiadamente entusiástico”.

No final dos anos 1970, décadas depois da eclosão da revolução sexual, os trabalhos hercúleos de uns poucos defensores das vítimas produziram um kit de coleta de provas de abuso sexual, [SAEK, na sigla em inglês]. Esses novos “estupro-kits” incluíam provas biológicas, DNA, cuidadosamente coletado dos corpos das vítimas de estupro ou outra forma de abuso sexual.

Em 1982, graças a uma lei assinada pelo Presidente Reagan, a “Victims of Crime Act”, o sistema judiciário criminal começou a reconhecer que as vítimas, tanto quanto os transgressores, tinham direitos. As provas obtidas por meio dos “estupro-kits” tornaram-se ferramentas cruciais para justificar prisões e condenações.

Apesar de as provas de DNA agora poderem confirmar crime, os registros de estupros eram e continuam sendo limitados, uma vez que os predadores ficam pouco tempo na prisão, ou nem sequer são presos. Na verdade, a legislação de “crimes por preconceito” pode acabar protegendo crimes sob a legenda de “parafilias”1. Muito depende da moralidade dos agentes da lei e do nosso judiciário.

Considerem:

Em 1992, um juiz da mais alta corte do estado de Nova York – e aspirante à Suprema Corte dos Estados Unidos – foi pego por espreitar sua amante e enviar pornografia pelo correio à filha dela. Em 2002, um juiz da Corte Superior de Orange County (Califórnia) foi preso por seduzir meninos e por posse de pornografia infantil. Em 2008, um juiz da Corte de Apelações do 9º Circuito, e em 2009 um juiz da Suprema Corte de Delaware, foram ambos pegos enviando pornografia a amigos íntimos – e em 2007, um promotor federal foi pego ao abordar sexualmente uma criança de cinco anos.

Os americanos esperam justiça de homens como esses ou do sistema que eles representam?

Ainda que a lista de prisões apresentada abaixo, numa seleção feita pelo Centro Nacional pelas Crianças Desaparecidas e Exploradas [National Center for Missing and Exploited Children] nos dias 6 e 7 de maio, não apresente nomes de nenhum juiz, promotor, presidente ou legislador, esta amostra criminal representa uma crescente população sexualmente predatória que vem dando forma ao nosso mundo:

- Um homem de Bridegport, fora da prisão há apenas dois meses depois de cumprir pena por rapto seguido de estupro, tentou estuprar uma garota de 16 anos. Gentilmente, o juiz determinou que o estuprador cumprisse uma pena de 18 meses na prisão, seguida de vigilância eletrônica.

- Um cientista da NASA foi preso por usar um computador do governo para armazenar pornografia infantil.

- Um diretor do Boys and Girls Club do Texas foi preso por ato sexual com uma criança e posse de pornografia infantil.

- Um capitão dos bombeiros de Salt Lake City, Utah, foi preso por posse de pornografia infantil.

- Um treinador colegial de South Bend, Indiana, admitiu ter violado sexualmente uma de suas alunas.

- Uma professora primária de San Diego foi presa por ato sexual com um de seus alunos.

- Um administrador da universidade Texas A&M foi preso por ato indecente com um menino.

- Um professor de matemática de Clifton, Nova Jersey, foi preso por violar uma de suas alunas.

- Um bombeiro/paramédico de Tampa, Flórida, foi encontrado com maconha e pornografia infantil em sua casa.

- Um pastor de Liberty, Montana, foi preso por seduzir uma criança, numa tentativa de estupro.

- Um veterano do departamento de polícia de Racine, Wisconsin, foi preso por abuso sexual de crianças, incesto, etc.

- Um professor do colegial, em Tulsa, Oklahoma, foi condenado a 476 anos de prisão pelo abuso sexual de uma menina de 13 anos.

- Um pastor de grupo de jovens em Birmingham, Alabama, levou uma menina de 15 anos a um estado vizinho para lá manter relações sexuais com ela.

- Um treinador de Orange County, Califórnia, recebeu pena de 180 dias de liberdade condicional por armazenar pornografia infantil.

Como é que esses juízes, professores, treinadores, ministros religiosos, bombeiros, paramédicos, cientistas da NASA, policiais, diretores de grupos de crianças, etc., trataram aqueles em seu poder?

A revolução sexual vem avançando desde que a bomba de Kinsey caiu em 1948.

A ausência de inibição sexual deixa líderes ao redor do mundo sujeitos à chantagem e corrupção, e a servir secretamente aos interesses especiais de outros desviados “no armário”.

À medida que as definições de “crimes por preconceito” forem transformadas em leis, notem que a proteção às ‘parafilias’ fortalecerá enormemente os misóginos, heterofóbicos, molestadores de crianças e uma miscelânea de estranhos revolucionários pós-sexualizados.

Além da “mera” pobreza, tempos difíceis estão a nossa espera.

Observem seus juízes, legisladores, professores e policiais – Ah...e observemos um pouco de inibição sexual!

© Judith Reisman

Tradução: Henrique Paul Dmyterko

1 NT: Cf. Aurélio, parafilia: Cada um de um grupo de distúrbios psicossexuais em que o indivíduo sente necessidade imediata, repetida e imperiosa de ter atividades sexuais, em que se incluem, por vezes, fantasias com objeto não humano, auto-sofrimento ou auto-humilhação, ou sofrimento ou humilhação, consentidos ou não, de parceiro. [Deste grupo fazem parte o exibicionismo, o fetichismo, a frottage, a pedofilia, o masoquismo sexual, o sadismo sexual e o voyeurismo].

Fonte: Portal Mídia@Mais





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