A polêmica sobre as causas do homossexualismo

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A polêmica sobre as causas do homossexualismo

Mensagem  Admin em Ter Jul 09, 2013 2:20 pm

"Mas, onde foi que eu errei?!!". Essa é a pergunta que sempre aparece no final de um quadro humorístico do pai que se sente culpado de ter um filho homossexual. Com a maior tolerância da sociedade, sobretudo da mídia, aos homossexuais, muitas famílias ainda se escandalizam e pais demonstram ansiedade diante da possibilidade de seu filho "homem" possa um dia revelar essa tendência psicossexual.

Há controvérsias se o homossexualismo é determinado geneticamente, se é resultado da educação ou do meio ambiente em que a pessoa é criada. O neurobiólogo Roges Goski (Universidade da Califórnia, EUA) fez experiências em laboratórios com ratos e seres humanos, ambos fêmeas, que receberam testosterona (o hormônio masculino) ainda em fase intra-uterina e observou que, desde a primeira fase da vida, elas tinham comportamentos masculinos, como gostos, brincadeiras mais agressivas além de sentirem-se mais atraídas por fêmeas.

Já o geneticista Dean Hamer (Instituto Nacional de Saúde dos EUA) sustenta  a tese de que  homossexualismo tem determinação genética. O geneticista diz ter descoberto genes numa determinada região, que ele chamou de GAY-1, associados ao homossexualismo. Tal hipótese não teve muita credibilidade no meio científico americano, mas seus defensores dizem  haver uma lógica: "se os genes transmitem as características hereditárias e contêm 'instruções' para a fabricação das substâncias que fazem os organismos funcionarem, também poderia lançar a probabilidade de homossexuais (assumidos ou não) terem filhos também homossexuais. É uma tese que coloca o homossexualismo não como uma opção ou estilo de vida, mas como resultado de uma variação genética.

Contrário a essa tendência bio-geneticista das causas do homossexualismo, estão os psicólogos e psicanalistas. Não se nega que a base genética de nossas características humanas ou as tendências que temos de desenvolver algumas doenças, por exemplo, tem base genética, mas daí incluir o homossexualismo como quase-doença geneticamente determinada é, no mínimo, simplismo científico.

Daryl Bem, psicólogo da Universidade de Cornell (EUA), pesquisa a formação intra-familiar do homossexual. Quais brincadeiras uma pessoa preferia quando criança, seus gostos por roupas, jóias, tipo de relação com a mãe, com o pai, etc. e concluiu que os incidentes do desenvolvimento, o tipo de investimento familiar e as tendências da própria pessoa, todos esses fatores pesam muito mais na determinação do homossexualismo do que os fatores genéticos.

A nova geração de psicólogos americanos a partir de Judith Harris tende a valorizar as vivências "fora" da família, isto é, as relações interpessoais com vizinhos, colegas da escola e da rua, como fatores que mais pesam no desenvolvimento da personalidade.  Nesse sentido, meninos que se comportam segundo o estereótipo de menino (gostam de brincadeiras mais agressivas, se identificam com heróis, gostam de aventuras, ação, são menos obedientes e se encrencam na escola por má conduta mais que as meninas etc) se diferenciam delas que costumam ter um jeito mais suave e introspectivo. O "normal" nessa cultura é esperar que os meninos sintam-se atraídos pelas mulheres, mas não em ser como elas. Porém, sobram perguntas sem respostas satisfatórias. Como entender as pessoas que desde crianças sentem-se atraídas pelo estilo das meninas? Será que, só por essa tendência, fatalmente desenvolverão homossexualismo ou será apenas uma fase passageira? E as meninas que admiram mais as meninas, que são fascinadas por pessoas famosas, será que estão sendo atraídas a se tornarem homossexuais ou trata-se somente de simples admiração?

De nossa parte, esclarecemos que tanto meninos quanto meninas, até a fase da adolescência, não podemos afirmar que serão homossexuais quando adultos, só por terem gostos e jeito do sexo oposto. São fases em que é normal é a presença de estereótipos, facilmente copiados na mídia e repetidos nos gestos, mímica, falas, etc. Ademais, se eles estão ainda em formação total da personalidade, inclui também a psicossexualidade ou sua definição sexual.

Os estudos de Freud, no início do séc. 20, jogaram um pouco de luz nas causas da homossexualidade. Para o pai da psicanálise, três fatores parecem determinar o homossexualismo: a forte ligação com a mãe, a fixação na fase narcísica e o complexo de castração. No primeiro, o homossexualismo teria início devido a uma forte e incomum fixação com a mãe o que impediria essa pessoa de se ligar a outra mulher. O segundo fator, o narcisismo, faz com que a pessoa tenha menos trabalho em se ligar ao seu igual que em outro sexo. A estagnação na fase narcísica faria com que "o amor fosse para eles sempre condicionado por um orgão genital semelhante ao deles" (Ferenczi). O terceiro fator, aponta problemas relativos à travessia da castração, isto é, sofrimentos relativos as perdas e a idéia de morte que deixariam a pessoa acomodada ou acovardada na sua psicossexualidade.

Em verdade, não podemos escapar do fato de que somos todos ambissexuais.  Esse termo proposto por S. Ferenczi, em 1914, é ainda útil para exprimir que a criança, num certo estádio do seu desenvolvimento normal, manifesta sentimentos anfieróticos, quer dizer, ela pode transferir sua libido ao mesmo tempo para o homem (o pai) e para a mulher (a mãe). Observa-se em qualquer cultura do mundo -- incluso também a nossa -- que as pessoas tendem a ter atração pelo mesmo sexo e se distanciam do sexo oposto, ou seja, as amizades são mais fáceis de acontecer entre homens e só de mulheres entre si. Não faz muito tempo, as escolas separavam salas de aulas só de meninas e outras só com meninos, numa evidente opção institucional e inconsciente pela "homossexualidade".  Até hoje, no interior brasileiro, assim como no mundo oriental, os hindús, os árabes, se sentem mais próximos dos homens que de mulheres. Nessas culturas, não há preconceito quanto a homossexualidade, vista nos grupos de danças, nas rodas de jogos, nas conversas e brincadeiras. Esses grupos se organizam segundo as regras da homossexualidade (quer dizer: "igual sexo") e, no entanto, ao que parece não chegam a ser homossexuais. Por quê? Talvez pelo complexo de castração, o terceiro fator acima proposto pela psicanálise.

De qualquer forma, ainda não foram respondidas a contento as questões: por que algumas pessoas tem preferências ou tendências homossexuais? Será que o homossexualismo não passa de uma espécie de inveja do outro sexo? Que deseja ter o jeito do outro sexo? Ou, seu desejo primeiro é não ter desejo, nem  ser "macho", nem "fêmea", mas de ser o terceiro sexo? Qual o limite da determinação genética quanto a homossexualidade e o homossexualismo? E a influência desta com os fatores ambientais e a significação atribuída ao próprio sujeito desejante?

No momento, os estudiosos parecem estarem de acordo em somente um ponto: não há uma única causa quanto ao que determina o homossexualismo.

Os pais em geral deveriam educar seus filhos para uma sexualidade sadia, sem preconceitos ou sofrimentos desnecessários. Deveriam ter melhor preparo, mais esclarecimentos e sobretudo saber escutá-los nas suas dificuldades e dúvidas.  Os  pais de homossexuais, não mais deveriam  se perguntar "Onde foi que eu errei?", mas "Como devo proceder-me para que essa pessoa seja feliz?", porque em verdade, o amor não ter sexo.

Raymundo de Lima - Espaço Acadêmico

Em resumo, não há consenso.

Uma antiga enciclopédia sexual publicada pelo Dr. Flávio Pereira, dispunha um gráfico em que a quantidade de hormônios com que cada um nascia, poderia indicar a probabilidade  da pessoa vir a ser, tornar-se um homossexual. E muitos mostravam essa influência hormonal, (sem ser homossexual) dentro de uma escala tida como normal, nas suas profissões como os pediatras, os enfermeiros, por exemplo.

Certa vez, num programa de auditório (não me lembro qual) um psicanalista questionado , disse que estudos apontavam como parte do problema, o "plus" (o "algo mais", um adicional) do homossexualismo masculino, a sensibilidade erótica do ânus, o gosto por esse prazer.

Eu questionaria se isso não seria um vício, um desejo exacerbado que tenha fugido ao controle, ou gosto que fora criado desde a mais tenra idade possível em experiências homo-pedófilas e fruto de coações (bullyng que,diga-se de passagem, não é praticado somente nas escolas) deixando a criança marcada para o resto da vida, por não ver futuro conjugal ou filial em vista do seu passado incondizente  com um possível status futuro de marido e pai ("meu passado me condena"). Mesmo que o parceiro também seja homossexual ou tenha como ele, uma experiência homossexual a vítima será sempre o passivo, o que fez o papel de mulher. Isso (pessoalmente, pois não sou acadêmico) é um dos motivos que devamos dar maior atenção ao homossexual, pois se ficar nessa condição sua vida será uma barra pesada (psicologicamente e fisicamente) para levar adiante. Se ao contrário, quiser abandonar essa condição, será outra barra (senão pior) para aturar e deve-se dar todo apoio possível no caminhar dessas pessoas nesse mundo, ou seja, o apoio de um profissional tem que estar apto às duas situações e não somente a uma.
Particularmente (repito, não sou acadêmico), para mim, o homossexualismo é um desvio de conduta, um vício, um distúrbio a ser tratado assim como o satirismo e ninfomaniaquismo, a necrofilia, a coprofilia. E arriscaria dizer que, se há ou houver preconceito, esse é mais para a prática do que para a pessoa em si, da mesma forma que ninguém reclama do profissional, do colega, do amigo nessas condições, mas ninguém gosta de machão que vive contando suas glórias sexuais.

Além das possíveis causas aludidas, seria conveniente saber as causas que levam as primeiras experiências homossexuais. Numa empresa que trabalhei, soube de um grupo de montadores que haviam alugado uma casa no litoral para ficarem enquanto durasse a obra, que relataram algumas brincadeiras homoeróticas que faziam a noite (um encoxar o outro): todos fugiam, mas não largavam a brincadeira. Um outro funcionário, referindo-se a um colega seu que demonstrava ser homossexual passivo, disse que "por R$ 50,00 reais, eu faço ele" como se fosse a coisa mais normal! Alguns se permitem a isso, outros não.

Quanto às mulheres, o padre José Gonçalves Filho, autor do livro "Educação Sexual Dirigida A Juventude", nos seus cursos de férias, afirmou certa vez, que mulher que tem relação sexual com outra com o hímen avantajado, não quer mais saber de pênis. Estabelecida a experiência, o risco de permanência é grande principalmente se um dos envolvidos encontrar-se em estado de carência afetiva, emocional. Não é, em situações semelhantes, que acontecem as relações extra conjugais e criam-se os vínculos que determinarão o rumo da vida dessas pessoas?

E fica uma pergunta: Se por acaso, um heterossexual achar que descobriu seu lado mulher, seu lado homossexual e, como dizem, resolver "sair do armário" e entrar no mundo homossexual. Posteriormente, não se dando bem, querer voltar a ser heterossexual, não poderá receber tratamento clínico, seja psicológico ou físico (ainda não impediram isso?) para retirar silicone implantado, hormônios masculinos? Estará condenado a ser homossexual o resto de sua vida, mesmo contra a sua vontade?  

O termo "fobia" indica medo exacerbado por alguma coisa, tanto que a lista dos distúrbios identificados pela PSIQUIATRIA é grande:

(fonte Wikipedia)

A
Abissofobia — medo de abismos, precipícios;
Ablepsifobia — medo de ficar cego;
Ablutofobia — medo de tomar banho;
Acarofobia — medo de ter a pele infestada por pequenos organismos (ácaros);
Acerofobia — medo a produtos ácidos;
Acluofobia — medo ou horror exagerado à escuridão;
Acrofobia — medo de altura;
Acusticofobia — medo relacionado aos ruídos de alta intensidade;
Aeroacrofobia — medo de lugar aberto e alto;
Aerodromofobia — medo de viagens aéreas;
Aerofobia — medo de ventos, engolir ar ou aspirar substâncias tóxicas;
Aeronausifobia — medo de vomitar (quando viaja de avião);
Afobia — medo da falta de fobias;
Agliofobia — medo de sentir dor, sinônimo de algofobia;
Afefobia — medo de ser tocado;
Agorafobia — medo de lugares abertos, de estar na multidão, lugares públicos ou deixar lugar seguro;
Agrafobia — medo de abuso sexual;
Agrizoofobia — medo de animais selvagens;
Agirofobia — medo de ruas ou cruzamento de ruas;
Aicmofobia — medo de agulhas de injeção ou objetos pontudos;
Ailurofobia — medo de gatos. Idem galeofobia ou gatofobia;
Aletrorofobia — medo de galinhas (ornitofobia);
Algofobia — medo de dor. Idem agliofobia;
Amatofobia — medo de poeiras;
Amaxofobia — medo mórbido de se encontrar ou viajar dentro de qualquer veículo de transporte;
Ambulofobia — medo de andar;
Amnesifobia — medo de perder a memória;
Ancraofobia ou Anemofobia — medo de correntes de ar;
Androfobia — medo de homens;
Anatidaefobia — medo de ser observado por patos;
Anemofobia — medo de ventos;
Anginofobia — medo de engasgar;
Antofobia — medo de flores;
Antropofobia — medo de pessoas ou da sociedade;
Antlofobia — medo exagerado de enchentes ou de inundações;
Anuptafobia — medo de ficar solteiro (a);
Apifobia — medo de abelhas;
Aracnefobia ou Aracnofobia — medo de aranhas;
Astenofobia — medo de desmaiar ou ter fraqueza;
Astrofobia ou astrapofobia — medo de trovões e relâmpagos;
Ataxofobia — medo de desordem;
Autofobia — medo de si mesmo ou de ficar sozinho (Monofobia, Isolofobia);
Automatonofobia — medo de bonecos de ventríloquo, criaturas animatrônicas, estátuas de cera (qualquer coisa que represente falsamente um ser sensível);
Azinofobia — medo de ser agredido pelos pais.

B
Bacilofobia ou Bacteriofobia — medo de bactérias (Microbiofobia);
Balistofobia — medo de mísseis;
Basofobia ou basifobia — medo de andar ou cair (inabilidade de ficar em pé);
Batofobia — medo de profundidade;
Botanofobia — medo de plantas ;
Batofobia — medo de alturas ou ficar fechado em edifícios altos;
Batracofobia — medo de anfíbios (como sapos, salamandras, rãs etc.);
Belonofobia — medo de alfinetes e agulhas (aiquimofobia);
Bifobia — o medo de bissexuais;
Blennofobia — medo de limo ou coisas viscosas;
Brontofobia — medo de trovões e relâmpagos;
Biofobia — medo da vida.

C
Cacorrafiofobia — medo de fracasso ou falhar;
Caetofobia — medo de pêlos;
Cainofobia ou cainotofobia — medo de novidades;
Calipsefobia — medo do apocalipse;
Catagelofobia — medo do ridículo (estar ou ser);
Catapedafobia — medo de saltar de lugares baixos ou altos;
Catisofobia — medo de sentar-se;
Catoptrofobia — medo de espelhos;
Catsaridafobia — medo de baratas;
Cenofobia ou centofobia — medo que caracteriza-se pela aversão e medo mórbido de sentir inquietação de grandes espaços abertos;
Cimofobia — medo de ondas ou de movimentos parecidos com ondas;
Cinetofobia ou cinesofobia — medo de movimento;
Cinofobia — medo de cães;
Cipridofobia, ciprifobia, ciprianofobia, ou ciprinofobia — medo de prostitutas ou doença venéreas;
Ceraunofobia — medo de trovão;
Copofobia — medo da fadiga;
Corofobia — medo de dançar;
Coitofobia — medo ou aversão à sexo;
Coniofobia — medo de poeira (amatofobia);
Cosmicofobia — medo de fenômenos cósmicos;
Cromofobia ou cromatofobia — medo de cores;
Cronofobia — medo do tempo;
Cronomentrofobia — medo de relógios;
Claustrofobia — medo de espaços confinados ou lugares fechados ou seja, o oposto da agorafobia;
Cleitrofobia ou cleisiofobia — medo de ficar trancado em lugares fechados;
Cleptofobia — medo de ser roubado;
Climacofobia — medo de degraus (subir ou cair de degraus);
Clinofobia — medo de ir para cama;
Clitrofobia ou cleitrofobia — medo de ficar fechado;
Cnidofobia — medo de cordas;
Cometofobia — medo de cometas;
Colpofobia — medo de órgãos genitais;
Coimetrofobia — medo de cemitérios;
Contreltofobia — medo de abuso sexual;
Coprofobia — medo de fezes;
Coulrofobia — medo de palhaços;
Cremnofobia — medo de precipícios;
Criofobia — medo de frio intenso, gelo ou congelamento;
Cristãofobia — cristofobia ou cristianofobia — medo dos cristãos.

D
Deipnofobia — medo de jantar e conversas do jantar;
Demonofobia — medo de demônios;
Demofobia ou enoclofobia — medo de multidão (agorafobia);
Dendrofobia — medo de árvores;
Dermatosiofobia, dermatofobia ou dermatopatofobia — medo de doenças de pele;
Dextrofobia — medo de objetos do lado direito do corpo;
Diabetofobia — medo de diabetes;
Dinofobia — medo de vertigens ou redemoinho;
Diplofobia — medo de visão dupla;
Dipsofobia — medo de beber;
Disabiliofobia — medo de se vestir na frente de alguém;
Dismorfofobia — medo de deformidade;
Distiquifobia — medo de acidentes;
Domatofobia ou oiquofobia — Medo de casas ou estar em casa;
Dorafobia — medo de pele de animais;
Dromofobia — medo de cruzar ruas.

E
Eisoptrofobia — medo de espelhos ou de se ver no espelho;
Electrofobia — medo de eletricidade;
Eleuterofobia — medo da liberdade;
Elurofobia — medo de gatos (ailurofobia);
Emetofobia — medo de vomitar;
Enosiofobia ou enissofobia — medo de ter cometido um pecado ou crítica imperdoável;
Entomofobia — medo de insetos;
Epistaxiofobia — medo de sangrar do nariz;
Epistemofobia — medo do conhecimento;
Equinofobia — medo de cavalos;
Eremofobia — medo de ficar só;
Ereutrofobia — medo de ficar vermelho;
Ergasiofobia — medo de trabalhar ou de operar (cirurgião);
Ergofobia — medo do trabalho;
Eritrofobia, eritofobia ou ereutofobia — medo de luz vermelha ou do vermelho;
Eretofobia — medo mórbido de sentir dor durante relações sexuais;
Esciofobia ou esciafobia — medo de sombras
Escolecifobia — medo de vermes;
Escopofobia ou escoptofobia — medo de estar sendo olhado;
Escotofobia — medo de escuro;
Escotomafobia — medo de cegueira;
Esfecsofobia — medo de marimbondos;
Espectrofobia — medo de fantasmas ou espectros;
Estasibasifobia ou estasifobia — medo de ficar de pé ou andar (ambulofobia);
Estaurofobia — medo de cruz ou crucifixo;
Estenofobia — medo de lugares ou coisas estreitas;
Estigiofobia — medo do inferno;
Estruminofobia — medo de morrer defecando;
Estupefaçofobia — medo de estupefacientes ou de os consumir;
Estupofobia — medo de pessoas estúpidas.

F
Fagofobia — medo de engolir ou de comer;
Falacrofobia — medo de tornar-se careca;
Farmacofobia — medo de tomar remédios;
Febrifobia, fibrifobia ou fibriofobia — medo de febre;
Fengofobia — medo da luz do dia ou nascer do sol;
Felinofobia — medo de gatos (ailurofobia, elurofobia, galeofobia, gatofobia);
Filemafobia ou filematofobia — medo de beijar;
Filofobia — medo de apaixonar-se;
Filosofobia — medo de filosofia;
Fobia social — medo de estar sendo avaliado negativamente (socialmente);
Fobofobia — medo de fobias;
Fonofobia — medo de barulhos ou vozes ou da própria voz de telefone;
Fotoaugliafobia — medo de luzes muito brilhantes;
Fotofobia — medo de luz;
Fronemofobia — medo de pensar;
Ftisiofobia — medo de tuberculose;
Flatusfobia — medo de liberar flatos a valer.

G
Galeofobia ou gatofobia — medo de gatos, mesmo que Ailurofobia;
Gamofobia — medo de casar;
Gefirofobia, gefidrofobia ou gefisrofobia — medo de cruzar pontes;
Geliofobia — medo de rir;
Geniofobia — medo de manter a cabeça erguida;
Gerascofobia — medo de envelhecer;
Gerontofobia — medo de pessoas idosas;
Geumafobia ou geumofobia — medo de sabores;
Ghostfobia — Medo de fantasmas;
Gimnofobia — medo de nudez;
Ginofobia, ginefobia ou ginecofobia — medo de mulheres;
Glossofobia — medo de falar ou tentar falar em publico;
Gnosiofobia — medo do conhecimento.

H
Hadefobia — medo do inferno;
Hagiofobia — medo de santos ou coisas santas;
Hamartofobia — medo de pecar;
Hafefobia ou haptefobia — medo de ser tocado ou de tocar em alguém ou em alguma coisa;
Harpaxofobia — medo de ser roubado;
Hedonofobia — medo de sentir prazer;
Heliofobia — medo do sol;
Hemofobia, hemafobia ou hematofobia — medo de sangue;
Heresifobia ou hereiofobia — medo de desafiar a doutrina oficial (governo);
Herpetofobia — medo de répteis ou coisa que arrastam;
Heterofobia — etimologicamente medo do sexo oposto, uso comum: medo da heterossexualidade;
Hexacosioihexecontahexafobia — medo do número 666;
Hidrargiofobia — medo de medicamentos à base de mercúrio;
Hidrofobia — medo de água;
Hidrofobofobia — medo de contrair hidrofobia;
Hielofobia ou hialofobia — medo de vidro;
Hierofobia — medo de padres ou coisas sacras;
Higrofobia — medo de líquidos ou umidade;
Hilefobia — medo de materialismo ou de epilepsia;
Hilofobia — medo de florestas;
Hipengiofobia ou hipegiafobia — medo de responsabilidade;
Hipnofobia — medo de dormir ou ser hipnotizado;
Hipofobia — medo de casas;
Hipsifobia — medo de altura;
Hobofobia — medo de bêbados ou mendigos;
Hodofobia — medo de atravessar estradas;
Hormefobia — medo de ficar abalado ou chocado;
Homiclofobia — medo de neblina;
Hominofobia — medo de homens, mesmo que androfobia;
Hoplofobia — medo de armas de fogo;
Homofobia — etimologicamente medo do semelhante, uso comum: medo da homossexualidade;
Hipopotomonstrosesquipedaliofobia — medo de palavras grandes;
Humilhofobia — medo de ser humilhado.

I
Iatrofobia — medo de ir ao médico;
Ictiofobia — medo de peixe;
Ideofobia — medo de ideias;
Ilingofobia — medo de vertigem ou sentir vertigem quando olha para baixo;
Iofobia — medo de veneno;
Insectofobia — medo de insectos;
Isolofobia — medo da solidão, de estar sozinho, o medo de ficar isolado (Autofobia, Monofobia);
Isopterofobia — medo de cupins.

J
Japanofobia — aversão e medo mórbido irracional, desproporcional e persistente de japoneses e de sua cultura.

K
Katsaridafobia ou Catsaridafobia — medo de baratas.

L
Lachanophobia ou lachanofobia — medo de vegetais;
Lactofobia — medo de leite;
Laliofobia ou lalofobia — medo de falar;
Lesbofobia — medo de mulheres lésbicas;
Leprofobia ou leprafobia — medo de lepra;
Ligirofobia — medo de barulhos;
Ligofobia — medo de escuridão;
Lilapsofobia — medo de furacões;
Limnofobia — medo de lagos;
Linonofobia — medo de cordas;
Lissofobia — medo de ficar louco;
Literofobia — medo de letras;
Liticafobia — medo de processos (civil);
Locquiofobia — medo de nascimento (criança);
Logizomecanofobia — medo de computadores;
Logofobia — medo de palavras;
Luefobia — medo de sífilis (lues).

M
Mageirocofobia — medo de cozinhar;
Maieusiofobia — medo da infância;
Malaxofobia — medo de amar (sarmassofobia);
Maniafobia — medo de insanidade;
Mastigofobia — medo de punição;
Mecanofobia — medo de máquinas;
Megalofobia — medo de coisas grandes;
Melanofobia — medo de cor preta;
Melissofobia — medo de abelhas;
Melofobia — medo ou ódio de música;
Meningitofobia — medo de doença nervosa;
Merintofobia — medo de ficar amarrado;
Metalofobia — medo de metal;
Metatesiofobia — medo de mudar;
Meteorofobia — medo de meteoros;
Metifobia — medo de álcool;
Metrofobia — medo ou ódio de poesia;
Micofobia — medo ou aversão por cogumelos;
Microbiofobia — medo de micróbios (bacilofobia);
Microfobia — medo de coisas pequenas;
Mictofobia — medo de escuridão;
Mirmecofobia — medo de formigas;
Misofobia — medo de germes, contaminação ou sujeira;
Mitofobia — medo de mitos, histórias ou declarações falsas;
Mixofobia — medo de qualquer sustância viscosa (blenofobia);
Molismofobia ou molisomofobia — medo de sujeira ou contaminação;
Monofobia — medo de solidão ou ficar só (Autofobia, Isolofobia);
Monopatofobia — medo de doença incurável;
Motefobia — medo de borboleta e mariposa;
Motorfobia — medo de automóveis;
Musofobia ou murofobia — medo de ratos.

N
Narigofobia — medo de narizes;
Nebulafobia — medo de neblina (homiclofobia);
Necrofobia — medo de morte ou coisas mortas;
Nelofobia — medo de vidro;
Neofarmafobia — medo de medicamentos novos;
Neofobia — medo de qualquer coisa nova;
Nefofobia — medo de nevoeiros;
Nictofobia — medo da escuridão ou da noite;
Noctifobia — medo da noite;
Nictohilofobia — medo de florestas escuras ou a noite;
Ninfofobia — medo do sexo;
Nipofobia — medo de japonês ou cultura japonesa;
Nosocomefobia — medo de hospital;
Nosofobia ou nosemafobia — medo de ficar doente;
Nostofobia — medo de voltar para casa;
Novercafobia — medo da madrasta;
Nucleomitufobia — medo de armas nucleares;
Nudofobia — medo de nudez.

O
Obesofobia — medo de ganhar peso (pocrescofobia);
Oclofobia — medo de multidão;
Ocofobia — medo de veículos;
Odinofobia ou odinefobia — medo da dor (algofobia);
Odontofobia — medo de dentista ou cirurgia odontológica;
Oenofobia — medo de vinhos;
Ofidiofobia — medo de cobras;
Oftalmofobia — medo de estar sendo vigiado;
Olfactofobia — medo de cheiros;
Ombrofobia — medo de chuva ou de estar chovendo;
Ometafobia ou omatofobia — medo de olhos;
Oneirofobia — medo de sonhos;
Onomatofobia — medo de ouvir certas palavras ou nomes;
Ostraconofobia — medo de ostras;
Orientalofobia — medo de orientais;
Ornitofobia — medo de passaros;
Octofobia — medo do numero 8.

P
Pantofobia — medo de tudo ou de todas as fobias;
Pedofobia — medo das crianças;
Penterofobia — medo da sogra;
Pirofobia — medo do fogo;
Parasquavedequatriafobia — medo de sexta—feira 13;
Ptesiofobia — medo de viajar de avião.

Q
Quadrofobia — medo de ir ao quadro;
Quemofobia — medo de substâncias químicas ou de trabalhar com elas;
Quenofobia — medo de espaços vazios;
Quifofobia — medo de parar;
Quimofobia — medo de ondas;
Quionofobia — medo de neve;
Quinofobia — medo de raiva (doença);
Quiraptofobia — medo de ser tocada(o);
Quilofobia — medo de esquilos ou qualquer um roedor.

R
Rabdofobia — medo de ser severamente punido;
Radiofobia — medo de radiação, Raio—X;
Ripofobia — medo de defecar;
Ritifobia — medo de ficar enrugado;
Rupofobia — medo de sujeira.

S
Sarmassofobia — medo de seduzir e de participar de jogos de sedução;
Satanofobia — medo de satã (demônio);
Selafobia — medo de flashes (luzes);
Selachofobia — medo de tubarões;
Selenofobia — medo da lua;
Seplofobia — medo de material radiativo;
Sesquipedalofobia — medo de palavras grandes;
Sexoafobia — medo de fazer sexo;
Sexofobia — medo do sexo oposto (heterofobia);
Siderodromofobia — medo de trem ou viagem de trem;
Siderofobia — medo de estrelas;
Sinistrofobia — medo de coisas do lado esquerdo, mão esquerda;
Sinofobia — medo de chinês ou cultura chinesa;
Sitofobia ou Sitiofobia — medo de comida ou comer (cibofobia);
Socerafobia — medo de padrasto ou madrasta;
Sociofobia — medo da sociedade ou de pessoas em geral;
Somnifobia — medo de dormir;
Simmetrofobia — medo de simetria;
Singenesofobia — medo de parentes;
Sifilofobia — medo de sífilis;
Sofofobia — medo de aprender;
Soteriofobia — medo de dependência dos outros;
Surifobia — medo de camundongo (rato);
Simbolofobia — medo de símbolos.

T
Tacofobia ou Tachofobia — medo de velocidade;
Taeniofobia ou Teniofobia — medo de solitária (tênia);
Tafofobia ou tafefobia — medo de ser enterrado vivo;
Talassofobia — medo do mar;
Tanatofobia ou tantofobia — medo da morte ou de morrer;
Tapinofobia medo de ser contagioso;
Taurofobia — medo de touro;
Teatrofobia — medo de teatro;
Tecnofobia — medo de tecnologia;
Telefonofobia — medo de telefone;
Teleofobia — medo de definir planos ou de cerimônias religiosas;
Teofobia — medo de Deus ou de religião;
Teologicofobia — medo de teologia;
Teratofobia — medo de crianças ou pessoas deformadas;
Termofobia — medo de calor;
Testofobia — medo de fazer provas (escolares);
Tetanofobia — medo de tétano;
Tetrafobia — medo do número 4;
Tiranofobia — medo de tiranos;
Tocofobia — medo de gravidez;
Tomofobia — medo de cirurgia;
Tonitrofobia — medo de trovão;
Topofobia — medo de certos lugares ou situações, que dão medo ou pavor;
Toxifobia, toxofobia ou toxicofobia — medo de se envenenar;
Traumatofobia — medo de traumas (físicos);
Transfobia — medo de transexuais;
Tripanofobia — medo de injeções;
Triscaidecafobia — medo do número 13;
Tropofobia — medo de mudar ou fazer mudanças.

U
Unatractifobia — medo de pessoas feias;
Uranusfobia — medo do planeta Urano;
Uranofobia — medo do céu;
Urifobia — aversão e medo mórbido irracional, desproporcional persistente e repugnante a fenômenos paranormais;
Urofobia — medo de urina ou do ato de urinar;
Uiofobia — medo dos próprios filhos; medo da prole.

V
Vacinofobia — medo de vacinação;
Verbofobia — medo de palavras;
Verminofobia — medo de vermes;
Virginitifobia — medo de estupro;
Vitricofobia — medo do padrasto.

X
Xantofobia — medo da cor amarela / medo de objetos de cor amarela;
Xenofobia — medo de estrangeiros ou estranhos;
Xerofobia — medo de secura, aridez;
Xilofobia — medo de objetos de madeira ou de floresta.

Z
Zelofobia — medo irracional do ciúme;
Zoofobia — medo de animais.


Ou seja, um homem coloca em si prótese mamária, toma hormônios femininos para perder os pelos e afinar voz, coloca formas arredondadas nas ancas para melhor rebolar, veste uma meia arrastão, coloca um vestido tubinho vive em função do seu desejo, digo, opção sexual e se diz normal. Mas nós que temos aversão a essa conduta, somos preconceituosos, somos homofóbicos, ou seja, NÓS E QUE SOMOS OS DOENTES e além de tudo isso, CRIMINOSOS!

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