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Mensagem  Admin em Dom Jun 01, 2014 11:16 pm

"É a terceira vez que você me apronta (apesar que no B.O. está "é a segunda vez"). Dá próxima eu te mato."

Fiquei depois tentando lembrar qual seriam as outras duas vezes.

A primeira talvez tenha sido, quando logo nas primeiras semanas que havia assumido, ele veio até mim e disse que um carro havia passado a toda velocidade em frente a sua casa quando ele estava com a sua filhinha. Acho que até o subsíndico estava presente quando ele relatou isso e disse que se atropelassem sua filha, eu iria me ver com ele.

A segunda vez seria então quando eu, o subsíndico Josias Arruda, a conselheira fiscal Priscila Peloso, o conselheiro fiscal Ademir Aguiar e o representante do Escritório Mauá,  Santhiago Ferreira, estávamos na ante-sala da Dr. Carla a aguardando e quando entramos no assunto de inadimplentes, a Priscila se referiu a ele, dizendo que o que ele vendia dentro do condomínio estava atraindo pessoas do Moradas que estavam entrando até pelo portão de saída de moradores (veículos) sem nenhum registro na portaria. Eu observei que ele ainda ficava ostentando conforto/luxo com divulgação na rede social de fotos suas com boas cervejas, boas carnes, bons peixes, reunião com amigos em churrascaria etc. (e o resto do condomínio tendo que lhe pagar até a água dos seus banhos)

Atente para as datas de postagem do Facebook no canto superior direito de quem vê (tempos de dívida?):

















Entramos para a reunião com a Drª. Carla e depois de uns 10 minutos, ela foi interrompida pela secretária avisando que ele estava ali e queria participar da reunião. A Drª. Carla me perguntou se eu me importava e respondi que não.
Ele entrou, oferecemos cadeira mas ele preferiu ficar em pé na posição de descanso, uniformizado que estava e pediu para continuarmos a reunião.  O conselheiro fiscal disse então que, já que ele não queria se sentar ele então ficaria em pé também para fazer companhia. Foi uma tática para dar o entender de solidariedade, pois ele estava visivelmente nervoso.

Depois de uns quinze minutos de reunião ele interrompeu, enfiou a mão no bolso, tirou um pacote de dinheiro, jogou sobre a mesa que estava atrás de nós e disse que aquele dinheiro que era para pagar o acordo, havia saído do comércio  que ele havia estabelecido e que hoje estava com seu comércio próprio, mas que isso foi possível porque teve que começar ali no condomínio, que a sua situação de inadimplência devia-se ao fato da sua esposa ter perdido o emprego  e que qualquer observação a respeito da sua pessoa que fosse feita cara a cara, que tivessem coragem de fazer isso cara a cara. Disse mais algumas coisa que não me lembro e saiu.

Ficamos pensando que fosse outra pessoa que estava na ante-sala e que possivelmente inadimplente e amiga dele, o havia avisado, mas depois ficamos sabendo que a secretária era prima dele,  foi ela quem lhe telefonou e relatou o que havíamos comentado. Era apenas um comentário corriqueiro que, coincidentemente referiu-se a ele como poderia referir-se a vários inadimplentes que apesar da sua situação, deixam de pagar R$ 140,00 de condomínio mas gastam R$ 300,00 a R$1.000,00 ou mais com festas e churrascos fazendo afronta a quem prefere cumprir a sua obrigação com o condomínio primeiro do que fazer festa.    

Com base na nossa convenção que diz que quem não estiver em dia com  condomínio não pode fazer uso particular do mesmo, em 26 de Novembro de 2013, enviei um comunicado interno a todo condomínio informando que quem estivesse inadimplente, não poderia alugar o salão de festas e o quiosque e nem imaginei que isso também o atingiria, pois achava que esta em dia com a sua dívida acordada e muito menos que devesse alguma outra parcela da taxa condominial em vigor.

Na semana seguinte ao ocorrido (ou uma semana depois, não me lembro) fomos eu, o subsíndico e o conselheiro fiscal (Ademir Aguiar), a conselho desse, à casa dele para conversarmos com o mesmo, para darmos alguma atenção a ele, pois também considerei que ele era boa gente, esquentado mas boa gente.
Conversamos um pouco para desfazer  o maul entendido/mal estar e ele sugeriu algumas mudanças (sugeriu do jeito dele, dando ordens como se fôssemos subordinados dele) e me presenteou com placas de sinalização da empresa que ele representa ou é dono, não sei ao certo e são as que estão afixei  no salão de festas.



Uns dez dias depois desse comunicado interno, às 23,15 h , ele tocou a campainha da minha casa, acordou a mim, a minha esposa e meu filho que, ambos, acordam às 4,45 h para poderem pegar o ônibus da 6,00 h.
Ele me pediu para não cancelar a reserva do salão que havia feito para o dia 21, porque no dia 20 daquele mesmo mês, recebendo o décimo terceiro salário, iria acertar o que estava atrasado. Eu lhe falei que não cancelo a reserva, comumente espero até o último dia, como já havia ocorrido com quatro condôminos dois desses que acertaram seus débitos no dia que havia reservado.

No dia 20 pedi à Administradora a relação de inadimplentes e o nome dele constava ainda lá.
Fui até a casa dele, e isso é chato pra caramba. Mas não  poderia abrir exceção, ainda mais depois de tudo que já havia passado com ameaças de agressão e desprezo de alguns que ainda não entenderam o que é morar em condomínio. E se abrir exceção para um, não teria moral para proibir outros, até em outras infrações.

- Ezequiel, peguei a lista de inadimplentes e você não acertou ainda...

- E se eu não acertar isso o que acontece?

- Não vou poder deixar você usar o salão.

- Se eu não puder usar o salão vou quebrar todos os vidros daquela p****!

Disse-lhe que não era só com ele, que outros foram impedidos também pelo mesmo motivo e que não poderia lhe abrir exceção.
Ele argumentou então que pagaria então as parcelas atrasadas (duas ou três, não me lembro exatamente) vigentes, mas as do acordo ele não pagaria não, porque o conselheiro fiscal, no dia que o visitamos, havia  prometido que lhe resolveria o problema do seu interfone.

-"Se não cumpriram a sua parte eu não vou cumprir a minha".

Pedi para ele aguardar que eu falaria com o responsável da empresa terceirizada pela Rodobens que cuida também dos interfones mas, como ele estava numa festa de confraternização, me disse que depois das cervejas que hava bebido não iria subir mais em poste naquele dia e voltariam só no dia 6 de janeiro.
Comuniquei isso a ele e me comprometi a resolver isso depois desse dia 6 de Janeiro quando a empresa voltaria a trabalhar.

Passei no escritório do condomínio onde ainda estavam minhas ferramentas e peguei algumas para tentar resolver o problema se eu pudesse, pois poderia ser apenas um par trocado ( telefone x interfone ) mas  o problema estava na parte de cima do poste  (fios emaranhados) e eu não saberia consertar. Posteriormente descobri que o problema estava resolvido até poste e era ele, Ezequiel, quem deveria ter comunicado o reparo a Rodobens, não nós.
Procurei-o para informar que não tinha mesmo jeito, só depois do dia 6 de janeiro,   mas ele já havia saído e ido ao escritório Mauá para pagar as taxas atrasadas.

Liguei para o escritório e falei com o Santhiago para ele parcelar também o débito do acordo
Pra felicidade geral, ele também parcelou o débito do acordo e pude ceder-lhe o salão normalmente.

Depois ele postou na rede social:
"Na boa, aparece lá para tomar uma cerveja" E eu brinquei: "Eu não saio de lá" pois naquela época eu ficava geralmente de manhã até a noite. Isso foi  na sexta-feira dia 20 de Dezembro de 2014.

No sábado, dia da festa dele , comecei a trabalhar às 8:00 h e nessa mesma manhã, ao ter que ir até a portaria, passei pelo rapaz que armava o pula-pula da  festa e estava com as mesas e cadeiras em frente a porta principal do salão de festas. Ele me perguntou se ele poderia vir buscar o equipamento dele no domingo. Não fiz objeção.

Logo depois que a festa começou fui para casa.

No domingo, às 8:30 h o porteiro me interfonou e avisou que a mulher que iria ocupar o salão naquele domingo e que começaria a festa ao meio dia, reclamou-lhe que o salão estava sujo.



Filmei a sujeira deixada por eles para, em caso de multa, ter como provar.

Liguei para o zelador para pedir  o telefone do faxineiro que estava no centro de Marília e fui buscá-lo. Ao retornar, praticamente estacionamos juntos em frente ao salão: eu e o faxineiro Bispo que estava comigo e ele e a esposa que vieram para limpar o salão que deveria ser entregue  limpo no dia anterior.

Pensei que estivesse resolvida a questão.

Já a noite, por volta das 22:00 h, o ronda da SPSP, o mesmo que algumas semanas depois sumira três dias  e que depois descobriram que fora preso com 50 pinos de cocaína, foi a minha casa pedir a chave do salão para poder utilizar a geladeira e gelar o refrigerante para a janta.

Como ele estava demorando e o molho tinha outras chaves importantes, fui até a portaria para pega-las de volta.
Ao passar pelo escritório, por detrás do salão deparei-me com as mesas, cadeiras, dois barris de chope de aço inox, um apetrecho para servir o chope e uma extensão pelo lado de fora do salão.

Vi um adesivo com a marca e telefones do "Rei do Chope" e tentei ligar, na esperança que, sendo final de ano, estivessem trabalhando até aquela hora. Como não estavam deixei um recado na secretária eletrônica, explicando que eles pediram-me para buscar no domingo e o material ainda estava lá.

Guardei os barris, o servidor de chope e a extensão dentro do salão para evitar que algum oportunista desaparecesse com aquilo. (soube que cada barril daquele de inox custa R$ 300,00, mais que um botijão de gás cheio).

No dia seguinte, segunda-feira, já eram umas 9,30 h quando cheguei ao escritório e esse material ainda estava lá.
Para pressionar o pessoal dono daquilo ali, disse que eles viriam buscar no domingo e até aquela hora nada. Que o material estava ocupando lugar que poderia ser usado e que, se eles não viessem imediatamente tirar aquilo dali, eu os colocaria no meio da rua. Fiz isso e voltei para o escritório.

Acho que não se passaram cinco minutos quando escutei:

-Onde ele está? (perguntando ao zelador que passava enfrente a janela e pediu calma à ele)

Ele entrou no escritório, me pegou pelo colarinho e me puxou para fora dizendo:

- Vamos lá ver se você é homem pra jogar minhas coisas na rua!

- Vamos lá, jogue fora! e começou a me dar tapinhas num lado e noutro do rosto.

Armou um soco e o o zelador tentou impedi-lo dizendo "calma Ezequiel ", mas com num gesto de mão e num olhar de soslaio, disse:
 - "fica na sua!"

Disse-me mais algumas coisas que não me lembro e concluiu:

- " Você já me aprontou três vezes, não próxima eu te mato e não tenho medo de processo: já tenho três um a mais uma menos..."

Uma senhora grávida, que vinha ao escritório para marcar um aluguel de salão levou um susto quando viu a cena e se afastou.

Ele foi embora e eu chamei a polícia.

Quando chegaram, os policiais me perguntaram o que aconteceu e quando disse que era ele, um exclamou:   "o que é bombeiro? de novo esse cara?"

Foram até a casa dele e retornaram contando outra história, diferente do que havia ocorrido e obviamente lhe favorecendo e amenizando a situação.

Um policial disse que eu poderia fazer um boletim de ocorrência contando a minha versão e teria seis meses para fazer isso.

Insisti que queria fazer o boletim naquele dia e ele disse que teria que ser feito na Rua Amazonas, bem distante dali. Não me importei e os segui até lá.

Enquanto esse mesmo policial preenchia a mão o boletim de ocorrência e me perguntava os detalhes, apareceu um tenente que soube ser o chefe do Ezequiel e me perguntou também o que havia ocorrido e eu lhe expus os fatos.

Ele perguntou quando ficaria pronto o boletim de ocorrência para ter uma cópia mas o PM que o fazia disse que iria demorar, que não saia no mesmo dia, mas que depois ele receberia sim uma cópia dele.

Ele resolveu ir embora, não sem antes fazer um comentário sobre a dificuldade de se estacionar próximo àquela delegacia e que havia estacionado quase  em frente a um portão de garagem.

O PM que preenchia o B.O. pediu para que eu o aguardasse e depois voltou com outro impresso  me pedindo para eu assinar em branco pois ele alegou que havia errado o anterior. Eu percebi de novo o corporativismo funcionando e me recusei a fazer isso, então ele disse que haveria de esperar mais um pouco e assim o fiz.

Mal o tenente  saiu, o Ezequiel entrou, e obviamente não se encontraram.

Eu já estava na antessala aguardando o delegado quando ele entrou e ficou me ofendendo me chamando de "vagabundo sem vergonha".

O delegado o ouviu primeiro e depois a mim. Relatei-lhe o ocorrido e principalmente que não sabia que aquele material ainda estava sob a responsabilidade do Ezequiel. Ele comentou entendia a minha situação pois  que também já havia sido síndico e que eu "estava sentado sore um barril de pólvora" .

No Facebook  ele contou a sua versão dos fatos:





Aqui ele se refere a visita que ( já citei acima) eu o Joe e o Ademir fizemos a ele, mas nada disso foi dito por ele. Ele disse isso na sexta feira, véspera do dia que usaria o salão como relatei.

E também não fui eu quem prometeu-lhe, nesse dia, consertar o interfone.

Como já relatei, uns dez dias depois de ter distribuído o Comunicado Interno nº 9  ele veio à minha casa pedir-me para não cancelar a reserva do salão.


As chaves do salão de festa e do abrigo do gás (que estão juntas) para uso dos condôminos ficam na portaria. As que ficam comigo são para o meu uso e não dos condôminos.





Aqui ele mente novamente: Se assim que terminou a festa eles começaram a limpar o salão, como explicar o vídeo que fiz no diz seguinte colocado acima?

É bom esclarecer que chamei para testemunhar o zelador José Faustino e o faxineiro Bispo. O José Faustino aceitou, mas o Bispo negou-se alegando que era amigo dele e não se sentiria bem depondo contra o mesmo.




Aqui ele conclui suas mentiras, chama-nos de corja e ameça nem tentarmos qualquer aproximação
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