11 de Setembro, a Torre nº 7

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11 de Setembro, a Torre nº 7

Mensagem  Admin em Sab Mar 09, 2013 2:03 am

11 de Setembro a Torre nº 7

As imagens da queda dos dois edifícios do World Trade Center na manhã do 11 de Setembro estão na memória de quase todos os seres humanos que estavam vivos em 2001. Mas poucos se recordam ou sequer sabem que uma terceira torre do complexo, a de número 7, também sofreu um colapso na tarde daquela mesma terça-feira.
Diferentemente das torres 1 e 2, que eram o cartão-postal de Nova York, a torre 7 era mais baixa, com 47 andares, e não foi atingida por nenhum avião nos atentados. Simplesmente, desmoronou como um castelo de cartas horas depois das outras duas. No meio da confusão daquele dia 11, a cena dela caindo não causou impacto.
Investigação do National Institute of Standards and Technology (NIST), a pedido do governo dos Estados Unidos, traz a versão oficial da queda. Segundo o instituto, em relatório divulgado em 2008, detritos da queda da torre 1 do World Trade Center atingiram a torre 7, localizada a mais de 100 metros de distância, provocando incêndio no edifício. No momento do colapso, apenas havia fogo do 7 ao 13 andar, segundo o NIST. O próprio órgão admite que edifícios nas mesmas condições em outras partes do mundo não caíram (mesmo no Brasil, os edifícios podem ficar condenados depois de um incêndio, mas raramente desmoronam). N caso da torre 7, porém, o fogo, de acordo com o estudo do NIST, teria derretido as estruturas de aço, provocando o colapso horas depois.
Assim como no assassinato de John Kennedy e na chegada do homem à lua, uma série de pessoas começou a questionar estas conclusões. Grupos organizados, como o 911Truth.org, que reúne até mesmo familiares e sobreviventes dos atentados, divulgaram vídeo na semana passada entrevistando uma série de arquitetos e engenheiros de todo o mundo tentando provar que, diferentemente da versão oficial, na realidade teria ocorrido uma implosão controlada naquela tarde de 11 de Setembro. Mais importante, segundo eles, seria impossível implodir um prédio como aquele em um dia. Logo, a preparação teria sido anterior aos atentados. Para alimentar as teorias, entre os ocupantes do prédio, no 25 andar, estavam a CIA e o Pentágono.
[url] http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/a-torre-do-wtc-que-desmoronou-sem-ser-atingida-por-um-aviao-no-11-de-setembro/[/url]


Na época dos “Trapalhões”, um programa humorístico com a trupe do Didi, havia um quadro que se passava num “saloom” do velho oeste. Num determinado momento havia uma disputa de tiro ao alvo, onde o alvo eram garrafas sobre um balcão. Como era necessário ganhar a qualquer custo a competição, os Trapalhões bolaram um plano:
O Didi ficaria com um martelo por detrás do balcão e na hora que o Dedé atirasse, o Didi com o martelo, escondido, quebrava a garrafa por detrás do balcão. O desafiante desconfiado de tão certeira pontaria, tomou a arma do Dedé para verificar o que havia com tão certeira arma e sem querer deu um tiro para cima. Nesse momento uma garrafa que sobrara no balcão foi quebrada pelo Didi e descobriu-se a farsa.

Eu estou relatando isso porque parece o mesmo que aconteceu no ataque às torres gêmeas. Os aviões chocam-se cada um com uma torre e a torre número sete a distância de 100m também desmorona!
O edifício foi destruído, por uma implosão, segundo os especialistas e conspiracionistas, planejada pelo governo. O governo afirma que foi apenas um incêndio, mas não explicou onde ele começou, nem por quê em casos anteriores de incêndios em prédios semelhantes, a estrutura metálica não cedeu.




Outro fato sem noção, foi encontrar naquele monte de escombros um passaporte do alegado terrorista que estava num dos aviões e que conseguiu não se queimar num fogo que derreteu o alumínio do mesmo avião.

O Edifício Andraus em S. Paulo que queimou de baixo acima e está ainda em pé e funcionando. O Edifício Joelma também. E é bom lembrar que nessas construções é usado o concreto armado, onde as junções das ferragens são amarradas com arame até o concreto dar aderência devida, mas que sob o foco fica comprometido, ao contrário do tipo de construção usada lá, que é feita com perfis de aço rebitado.



Andraus





Joelma




Escombros do WTC mostrando ruptura de colunas de aço geometricamente “cortado” com thermite.




A querosene dos aviões, que colidiram com as Torres Gêmeas, não poderia derreter o aço das estruturas dos prédios do WTC:
Em perfeitas condições a temperatura máxima que pode ser alcançada por hidrocarbonetos, por exemplo: querosene, combustível de avião, como a injeção de combustível queima no ar é 825 ºC.
A versão oficial é de que o querosene derreteu as estruturas de aço.
Mas para produzir aço, é necessário romper a barreira dos 1.500 ºC.
Ou seja, para fundi-lo, são necessárias temperaturas superiores a esta dos 1.500 ºC.



Sabemos que as torres gêmeas representava o centro financeiro de Nova Iorque, mas o que havia nessa torre sete além de escritórios da CIA e do Pentágono?

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