Ateus à toa (antes que saia o hífen)

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Ateus à toa (antes que saia o hífen)

Mensagem  Admin em Qua Mar 13, 2013 1:28 pm

Detesto a soberba, mas também não posso abdicar do meu direito de exprimir o que penso porque outros pensarão que esteja sendo soberbo/orgulhoso.Não sou, nem quero ser . Nesse campo, nessa luta entre bem e mal, não dá para ficar em cima do muro, não existe lugar para isso. Não se enganem. Podem crer que, de coração, eu entendo muitos de todos os motivos que os levam ao ateísmo, mas escrevo na função de fazê-los olharem outros ângulos que suponho ainda não terem sido visitados para uma melhor ponderação.
Bem e mal compreendem egrégoras poderosíssimas e chocar-se contra elas é virar carne pra canhão. Cuidado que, para os zeros à esquerda, que todos acham que não valem nada, basta uma vírgula.
Bem e mal são representados por doutrinas (conceitos e princípios). Quais são a dos ateus? A escuridão é a falta de luz! Se eu não me comprometer a levar a luz, vou me comprometer a manter os outros na escuridão!
Independente da crença ou ausência delas acho que muito conhecem a passagem (não gosto de ficar citando trechos bíblicos mas me sinto obrigado):”Entrai pela porta estreita etc. etc.”.
Eu escolhi esse caminho, mas não quero dizer que com isso sempre tenha sucesso no plano pessoal, que eu seja um exegeta, um exemplo de cristão ou religioso. Eu não sou! Estou constantemente tentando ser e, às vezes, colho bons frutos. Mas também tenho minhas fraquezas e já colhi os frutos maus . Agora, não posso negar, principalmente a mim mesmo (é óbvio), as respostas de Deus no meu cotidiano! Minha fé é pouca, mas resultou de muito raciocínio cético e podem ter certeza que sei distinguir muito bem o que é puramente mérito meu, pelo meu esforço, pela minha persistência, pelo meu trabalho (assim também pelo contrário), daquilo que recebo pela prática da fé. Eu não sou autômato de Deus! Eu tenho consciência do meu livre arbítrio (e dos outros também).
Então tomei para mim, de quaisquer formas que forem possíveis e lícitas, tirar o ranço que os excessos (sejam quais forem) provocaram e provocam naqueles que olham a religião à distância (principalmente a católica) e acham que quem professe alguma, seja subdesenvolvido, ignorante, fanático, sem cultura, ingênuo e vários outros adjetivos depreciantes (não é sempre assim? isso é respeito recíproco?).
Eu procuro olhar a nossa vida sempre num contexto de princípio e conseqüência e o que tenho visto não agrada nem a mim nem a muitos que nem fé têm.
Não é preconceito, é recordar que já assisti à fita diversas vezes e ver que mudaram os artistas, o palco, os trajes o roteiro mas a história continua a mesma (parece novela da Globo). Então fica fácil antever no que vai dar, ainda mais quando o “oponente” não se dispõe à replica, o que denota, em última instância, covardia: dizem o que querem e quando recebem um comentário consistente, que não seja um elogio, de antemão não o publicam, ou então apagam o seu comentário. Pensar eu penso o que eu quiser, é o direito de cada um, mas para transmitir idéias que irão influenciar em muito a vida das pessoas tem que haver mais responsabilidade e o que tenho visto a minha vida toda, salvo raríssimas exceções, não é isso, é uma covardia vergonhosa.Nem todos têm a maturidade necessária para um bom discernimento. Vi e vejo muita gente entrando em buracos, em idas sem retorno, na maioria das vezes, influenciados principalmente por aqueles que acham que estão acima de um Francisco de Assis, de uma Madre Tereza, de um Ghandi, de um Martin Luther King, de um João Paulo I e II e até de Jesus Cristo (John Lennon) . A esses não posso ter respeito.
A esses, e pessoas influenciadas por esses, eu só devo a minha depressão crônica e a forja que me criou. Mas e se eu tivesse sucumbido antes? Quem lhes pediu pancada se eu já tinha um bom aço? Aproveitei para endurecer mais , mas muitas as pancadas não foram de conseqüências naturais da vida de quem erra e acerta, foram de maldade e desnecessárias. Eu penso que me safei, porém outros afundaram-se na bebida, nas drogas, na prostituição e na apostasia.
Provar que Deus exista? É como provar que amo minha esposa e meus filhos e que sou amado por eles: ninguém vê, ninguém sente, ninguém escuta, ninguém fotografa!
O caminho é estreito e tortuoso e pauladas são conseqüências, vou receber de todos os lados: fazer o quê! A minha coragem (ou covardia) terá a Sua justa apreciação. A de vocês também!
Para provocar um pouco mais os ofendidos,

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